21 outubro 2007
12 outubro 2007
Novo encontro dos colegas - 2007
Caros colegas:
Bom dia! Já recebi várias respostas ao meu e-mail (algumas confirmando a presença e outras informando da impossibilidade de poder participar) convidando para um novo encontro dos ex-colegas do Sinondal.
Com relação ao local, o encontro será realizado no São Leopoldo Tênis Clube. Como já escrevi anteriormente, o restaurante é simples, apresentando um buffet com diversas saladas, frango, bife a milanesa, massa, outros pratos quentes e sobremesas. O preço do buffet é de doze reais, o mesmo preço de dois anos atrás.
A grande vantagem, em minha opinião, é que o Clube fica bem próximo do Colégio Sinodal (+/- 800m). O endereço é o seguinte: Rua Pres. João Goulart, 1080 – Bairro Morro do Espelho. O nome do ecônomo é Pedro e os telefones são: (51) 3592-2212 e (51) 9978-6481.
Em anexo estou enviando um mapa que mostra o Morro do Espelho para facilitar a movimentação. Os setores a serem considerados são o N9 e O9. Lembro que agora o endereço do Sinodal é Av. Dr. Mário Sperb, 874, que corresponde à entrada que fica na parte de trás do Colégio, perto do antigo refeitório. Assim, para chegar lá vocês tem que entrar em São Leopoldo, passar o Rossi e a entrada antiga da lomba (que hoje serve apenas a Faculdade de Teologia), dobrar à direita, na Av. Wilhelm Rotermund e seguir por ela até a Pres. João Goulart, descendo então para o lado direito. O Clube fica na descida mesmo, do lado direito da rua. Acho que não tem erro!!
No meio da tarde, depois de 16h, podemos fazer uma chegada no Sinodal para relembrar os velhos tempos e ver as modificações que aconteceram nos últimos anos.
Quem não puder almoçar conosco e só quiser dar uma chegada para ver os amigos também será uma boa surpresa!
Para facilitar o contato os meus telefones são os seguintes:
a) celular: (51) 84059352 - só devo estar disponível no celular a partir da semana que vem, pois tive problemas com o meu aparelho e tenho que trocar o chip;
b) serviço: (51) 3215-7292 (entre 8h e 17h), e
c) residência: (51) 3737-2531 (à noite).
Um abração para todos!
Bom dia! Já recebi várias respostas ao meu e-mail (algumas confirmando a presença e outras informando da impossibilidade de poder participar) convidando para um novo encontro dos ex-colegas do Sinondal.
Com relação ao local, o encontro será realizado no São Leopoldo Tênis Clube. Como já escrevi anteriormente, o restaurante é simples, apresentando um buffet com diversas saladas, frango, bife a milanesa, massa, outros pratos quentes e sobremesas. O preço do buffet é de doze reais, o mesmo preço de dois anos atrás.
A grande vantagem, em minha opinião, é que o Clube fica bem próximo do Colégio Sinodal (+/- 800m). O endereço é o seguinte: Rua Pres. João Goulart, 1080 – Bairro Morro do Espelho. O nome do ecônomo é Pedro e os telefones são: (51) 3592-2212 e (51) 9978-6481.
Em anexo estou enviando um mapa que mostra o Morro do Espelho para facilitar a movimentação. Os setores a serem considerados são o N9 e O9. Lembro que agora o endereço do Sinodal é Av. Dr. Mário Sperb, 874, que corresponde à entrada que fica na parte de trás do Colégio, perto do antigo refeitório. Assim, para chegar lá vocês tem que entrar em São Leopoldo, passar o Rossi e a entrada antiga da lomba (que hoje serve apenas a Faculdade de Teologia), dobrar à direita, na Av. Wilhelm Rotermund e seguir por ela até a Pres. João Goulart, descendo então para o lado direito. O Clube fica na descida mesmo, do lado direito da rua. Acho que não tem erro!!
No meio da tarde, depois de 16h, podemos fazer uma chegada no Sinodal para relembrar os velhos tempos e ver as modificações que aconteceram nos últimos anos.
Quem não puder almoçar conosco e só quiser dar uma chegada para ver os amigos também será uma boa surpresa!
Para facilitar o contato os meus telefones são os seguintes:
a) celular: (51) 84059352 - só devo estar disponível no celular a partir da semana que vem, pois tive problemas com o meu aparelho e tenho que trocar o chip;
b) serviço: (51) 3215-7292 (entre 8h e 17h), e
c) residência: (51) 3737-2531 (à noite).
Um abração para todos!
13 agosto 2007
Nova estadia em Brasília
Boa noite, colegas:
No domingo, dia 15 de julho, estive novamente em Brasília e passei algumas horas com a nossa amiga Cláudia e seu marido, Carlos Moeller. Naquele dia, Carlos estava viajando para São Leopoldo a fim de participar de uma reunião da Igreja de Confissão Evangélica no Brasil a ser realizada na Faculdade Teológica.
A foto mostra o casal em seu apartamento.
No domingo, dia 15 de julho, estive novamente em Brasília e passei algumas horas com a nossa amiga Cláudia e seu marido, Carlos Moeller. Naquele dia, Carlos estava viajando para São Leopoldo a fim de participar de uma reunião da Igreja de Confissão Evangélica no Brasil a ser realizada na Faculdade Teológica.
A foto mostra o casal em seu apartamento.
20 junho 2007
Filme sobre atletismo do Sinodal no longínquo ano de 1974
Boa noite, pessoal:
Hoje aprendi algo novo para usar no nosso site. Consegui colocar um filmezinho, que pode ser visto diretamente no site, usando uma ferramenta de compartilhamento de vídeos chamada youtube!
No caso, o filme que está disponível foi enviado pelo Ervino Ziemath, sendo que deixo que ele mesmo explique do que se trata!

Hoje aprendi algo novo para usar no nosso site. Consegui colocar um filmezinho, que pode ser visto diretamente no site, usando uma ferramenta de compartilhamento de vídeos chamada youtube!
No caso, o filme que está disponível foi enviado pelo Ervino Ziemath, sendo que deixo que ele mesmo explique do que se trata!

18 junho 2007
Visitando Rosvita e família
Neste domingo, dia 17 de junho, estive visitando nossa ex-colega Rosvita e sua família, que moram aqui em Porto Alegre. Fazia tempo que ela havia me convidado para almoçar lá e foi muito legal! Aproveito para mostrar algumas fotos do nosso encontro, onde também aparecem o esposo, Pepe, e as filhas, Cristiana e Roberta. Foi um encontro muito agradável! As fotos dispensam descrição!






23 maio 2007
Fotos recebidas de Rosvita
Boa noite:
O "recadastramento" que estou fazendo está de vento em popa, sendo que vários colegas já responderam os e-mails que tenho enviado nos últimos dias. Estou fazendo isso aos pouco, pois aproveito os momentos livres. Quem tiver algum contato com pessoas que não tem participado de nossa comunidade, de um toque para eles!
Hoje a Rosvita me enviou algumas fotos da família dela. Na foto Natal2006-01 ela aparece com as irmãs, Dóris e Magda.



O "recadastramento" que estou fazendo está de vento em popa, sendo que vários colegas já responderam os e-mails que tenho enviado nos últimos dias. Estou fazendo isso aos pouco, pois aproveito os momentos livres. Quem tiver algum contato com pessoas que não tem participado de nossa comunidade, de um toque para eles!
Hoje a Rosvita me enviou algumas fotos da família dela. Na foto Natal2006-01 ela aparece com as irmãs, Dóris e Magda.
17 maio 2007
Outra crônica interessante
Boa noite, colegas:
Estou apresentando uma crônica do jornalista David Coimbra, que foi publicada no jornal "Zero Hora" de hoje, dia 17.5.07, que achei muito legal. Espero que vocês também gostem!
ELAS SÃO ENTERRADAS, ELAS NUNCA VOLTARÃO
Vi 1.300 pessoas em silêncio compassivo, esta semana. Cena impressionante. Mil e trezentas pessoas tocadas por um suave sentimento de tristeza devido a algo que disse o professor Ivan Izquierdo no curso Fronteiras do Pensamento. Tenho pensado naquilo, desde então.
Alguém perguntou ao professor, ele que é doutor em memória, por que os velhos lembram com nitidez dos acontecimentos remotos e esquecem os recentes. O professor disse que a ciência não tem explicação para isso, mas arriscou uma suposição: as pessoas recordam com mais pormenores do tempo em que foram mais felizes. E a felicidade é tanto maior quanto menores forem as perdas de alguém. Isto é: o tempo passa e o homem vai envelhecendo, vai deixando de fazer coisas que antes fazia, simplesmente porque agora não pode mais fazer. O corpo já não permite. Mas o pior, a grande dor, são as pessoas, e até os animais, que se apartam do homem no decorrer da sua vida.
- O velho vê as pessoas que ele ama desaparecerem. Elas são enterradas. Nunca mais voltarão - disse o professor Izquierdo, e foi nesse momento que senti uma aragem de nostalgia envolver os 1.300 espectadores instalados no auditório da Reitoria da UFRGS.
Ou talvez tenha sido impressão minha, talvez só eu e os que estavam no entorno tenhamos sentido a densidade daquelas palavras. Seja. O importante foi o significado do que ele disse. As pessoas são enterradas, elas nunca mais voltarão.
Saí de lá pensando em todas as pessoas que já não fazem mais parte da minha vida. Não só as que foram enterradas, mas também aquelas que a vida mantêm distantes. Como amo todas essas pessoas. Tanto quanto as amei quando falávamos, ríamos ou brigávamos juntos. Como sinto falta delas, e não foi só naquela noite, na Reitoria, que senti. Não. Volta e meia lembro de um sorriso de alguém que já se foi, ou de um jeito de falar de alguém que não vejo mais, ou de um brinde, uma gargalhada, uma frase, um beijo. Será que eles lembram de mim? Será que também sou pedaço da memória de alguém? Será que um dia vou encontrá-los outra vez? As perdas do caminho. As perdas. Por que é que tem que ser assim?
Estou apresentando uma crônica do jornalista David Coimbra, que foi publicada no jornal "Zero Hora" de hoje, dia 17.5.07, que achei muito legal. Espero que vocês também gostem!
ELAS SÃO ENTERRADAS, ELAS NUNCA VOLTARÃO
Vi 1.300 pessoas em silêncio compassivo, esta semana. Cena impressionante. Mil e trezentas pessoas tocadas por um suave sentimento de tristeza devido a algo que disse o professor Ivan Izquierdo no curso Fronteiras do Pensamento. Tenho pensado naquilo, desde então.
Alguém perguntou ao professor, ele que é doutor em memória, por que os velhos lembram com nitidez dos acontecimentos remotos e esquecem os recentes. O professor disse que a ciência não tem explicação para isso, mas arriscou uma suposição: as pessoas recordam com mais pormenores do tempo em que foram mais felizes. E a felicidade é tanto maior quanto menores forem as perdas de alguém. Isto é: o tempo passa e o homem vai envelhecendo, vai deixando de fazer coisas que antes fazia, simplesmente porque agora não pode mais fazer. O corpo já não permite. Mas o pior, a grande dor, são as pessoas, e até os animais, que se apartam do homem no decorrer da sua vida.
- O velho vê as pessoas que ele ama desaparecerem. Elas são enterradas. Nunca mais voltarão - disse o professor Izquierdo, e foi nesse momento que senti uma aragem de nostalgia envolver os 1.300 espectadores instalados no auditório da Reitoria da UFRGS.
Ou talvez tenha sido impressão minha, talvez só eu e os que estavam no entorno tenhamos sentido a densidade daquelas palavras. Seja. O importante foi o significado do que ele disse. As pessoas são enterradas, elas nunca mais voltarão.
Saí de lá pensando em todas as pessoas que já não fazem mais parte da minha vida. Não só as que foram enterradas, mas também aquelas que a vida mantêm distantes. Como amo todas essas pessoas. Tanto quanto as amei quando falávamos, ríamos ou brigávamos juntos. Como sinto falta delas, e não foi só naquela noite, na Reitoria, que senti. Não. Volta e meia lembro de um sorriso de alguém que já se foi, ou de um jeito de falar de alguém que não vejo mais, ou de um brinde, uma gargalhada, uma frase, um beijo. Será que eles lembram de mim? Será que também sou pedaço da memória de alguém? Será que um dia vou encontrá-los outra vez? As perdas do caminho. As perdas. Por que é que tem que ser assim?
15 maio 2007
Aniversário em Joaçaba
Pessoal:
Hoje estou postando algumas fotos que foram tiradas no aniversário do Carlos Fett, em Joaçaba, no dia 13 de abril.
As duas primeiras fotos foram tiradas na noite anterior ao aniversário, quando foi realizado um jantar para os familiares e os amigos visitantes. O jantar ocorreu no restaurante "Kraftwerk", que, os que aproveitaram as aulas de alemão no Sinodal saberão traduzir, significa "Usina de Força". Infelizmente, eu não posso me incluir nos que foram bons alunos de alemão e até hoje eu me arrependo disso!
Por muitos anos, a usina era responsável pelo fornecimento de eletricidade para Joaçaba. Quando a estatização chegou ao setor energético, o local foi adquirido pela família Fett, sendo que ali gerada a energia que abastece o Moinho Specht, que fica localizado quase no centro da cidade. A usina se tornou uma das referências nacionais em PCH's (pequenas centrais hidrelétricas). O restaurante foi construído sobre a usina e a vista do Rio do Peixe correndo ao fundo é muito bonita. A irmão do Fett, Isabel, é quem administra o local!
Espero que não seja verdade que o jacaré não entrou no céu por causa da boca grande, pois senão estou ferrado, como podem ver na segunda foto!


Já a próxima foto foi tirada na noite do aniversário, antes de começar a festa.

Já as próximas fotos mostram a arrumação do jardim para a festa e o palco, onde houve o show.

Hoje estou postando algumas fotos que foram tiradas no aniversário do Carlos Fett, em Joaçaba, no dia 13 de abril.
As duas primeiras fotos foram tiradas na noite anterior ao aniversário, quando foi realizado um jantar para os familiares e os amigos visitantes. O jantar ocorreu no restaurante "Kraftwerk", que, os que aproveitaram as aulas de alemão no Sinodal saberão traduzir, significa "Usina de Força". Infelizmente, eu não posso me incluir nos que foram bons alunos de alemão e até hoje eu me arrependo disso!
Por muitos anos, a usina era responsável pelo fornecimento de eletricidade para Joaçaba. Quando a estatização chegou ao setor energético, o local foi adquirido pela família Fett, sendo que ali gerada a energia que abastece o Moinho Specht, que fica localizado quase no centro da cidade. A usina se tornou uma das referências nacionais em PCH's (pequenas centrais hidrelétricas). O restaurante foi construído sobre a usina e a vista do Rio do Peixe correndo ao fundo é muito bonita. A irmão do Fett, Isabel, é quem administra o local!
Espero que não seja verdade que o jacaré não entrou no céu por causa da boca grande, pois senão estou ferrado, como podem ver na segunda foto!


Já a próxima foto foi tirada na noite do aniversário, antes de começar a festa.

Já as próximas fotos mostram a arrumação do jardim para a festa e o palco, onde houve o show.

07 maio 2007
Reencontrando antigos colegas!!
Depois de um bom tempo, estou voltando a colocar algum material novo no nosso site. Em abril fiz duas viagens e acabei reencontrando antigos colegas do Sinodal.
No dia 13, viajei para Joaçaba a fim de participar do aniversário do Carlos Fett, que foi festejado no dia seguinte, sábado. O festão foi de arromba, sendo que o show surpresa esteve a cargo da cantora Alcione. O único problema foi a chuva, que atrapalhou a festa, mas a experiência valeu! Aproveito para colocar algumas fotos de Joaçaba, assim como outras tiradas na cidade de Treze Tílias, que fica a uns 40km de onde estava. Essa cidadezinha foi colonizada por austríacos e até hoje existe ali um consulado daquele país. As tradições são cultivadas pelos descendentes e é um belo passeio!

Depois, no dia 22 de abril (domingo) viajei para Brasília, para participar de um curso, e passei a tarde com a Cláudia Hiltel Moeller, nossa ex-colega do Tradutor e Interprete. Fomos almoçar num restaurante muito movimentado e legal, o Bier Fass, que fica localizado às margens do lago Paranoá, depois fomos visitar o Memorial JK, que eu não conhecia, e finalmente tomamos uma saideira. O chopp de Brasília é muito bom! Foi uma pena que esquecei de levar a minha câmera, mas se tudo der certo devo voltar para lá em julho e devemos almoçar novamente. O único senão foi que acabei sendo assaltado juntamente com mais dois colegas, quando voltávamos para o hotel. Era começo da noite, mas felizmente (que difícil é dizer isso!!) eles não levaram os documentos e nem os cartões bancários.
02 maio 2007
Crônica muito legal
Pessoal:
No jornal "Zero Hora" de hoje, dia 2 de maio, li esta crônica da escritora gaúcha Martha Medeiros e resolvi compartilhá-la com vocês, pois confesso que muitas vezes já me vi em situações semelhantes. Espero que vocês gostem!
ESPELHOS VIVOS
Estava assistindo ao RBS Notícias, meio distraída, quando apareceu na tela o depoimento de um homem. Eu não estava prestando atenção na matéria, não sei que assunto estava sendo tratado, mas aquele homem eu conhecia. Grisalho, óculos de grau, um senhor. Mas um senhor de feições familiares. Quando apareceu o nome dele nos créditos, pensei: eu conheci um cara com este nome. Claro!!! Era um amigo que eu não via há muito tempo. Pertencemos a uma mesma turma anos atrás. Muita praia pegamos juntos. Lembro dele surfando, namorando as garotas mais bonitas, um sujeito muito engraçado. Pois era ele que estava ali na tevê de terno e gravata, grisalho, de óculos, era ele aquele senhor - da minha idade!!!
Costumamos conferir os estragos do tempo nos espelhos de casa, mas eles já se acostumaram com a nossa imagem. A gente se enxerga tantas vezes por dia que não repara nas ruguinhas que surgem e nos fios de cabelo branco recém-nascidos. Tudo o que vemos demais se torna quase invisível. É preciso um impacto para a gente cair na real. Algo como dormir 15 anos e acordar de repente. Ou ver uma foto antiga. Ou assistir na tevê ao depoimento de um amigo sumido. Este amigo amadureceu, tornou-se um profissional respeitado, mas deve seguir o mesmo brincalhão de sempre. E é bem possível que, se ele me visse na tevê, pensasse o mesmo de mim: de onde eu conheço essa senhora? E cairia para trás ao lembrar que tivemos 20 anos de idade no mesmo verão.
O espelho mais realista são os outros. Quando vejo Robert Redford, hoje, não consigo acreditar que é o mesmo homem que atuou em Butch Cassidy, e o mesmo vale para sua versão nacional, o Francisco Cuoco, que foi o Gianecchini dos anos 70 e hoje é um charmoso matusalém. O tempo tem rosto, o tempo tem mãos, o tempo tem voz - e nada disso permanece o mesmo.
A parte boa é que olho para algumas amigas da adolescência e vejo que elas conservam o mesmo sorriso. Minha mãe se mantém linda em qualquer idade, e a Tereza, empregada que trabalha com ela desde os 14 anos de idade e hoje é avó, não mudou nadinha. Um caso a ser estudado pela ciência. A moral da história é que espelhos vivos podem nos dar boas ou más notícias. Depende do nosso olhar. E do nosso humor.
No jornal "Zero Hora" de hoje, dia 2 de maio, li esta crônica da escritora gaúcha Martha Medeiros e resolvi compartilhá-la com vocês, pois confesso que muitas vezes já me vi em situações semelhantes. Espero que vocês gostem!
ESPELHOS VIVOS
Estava assistindo ao RBS Notícias, meio distraída, quando apareceu na tela o depoimento de um homem. Eu não estava prestando atenção na matéria, não sei que assunto estava sendo tratado, mas aquele homem eu conhecia. Grisalho, óculos de grau, um senhor. Mas um senhor de feições familiares. Quando apareceu o nome dele nos créditos, pensei: eu conheci um cara com este nome. Claro!!! Era um amigo que eu não via há muito tempo. Pertencemos a uma mesma turma anos atrás. Muita praia pegamos juntos. Lembro dele surfando, namorando as garotas mais bonitas, um sujeito muito engraçado. Pois era ele que estava ali na tevê de terno e gravata, grisalho, de óculos, era ele aquele senhor - da minha idade!!!
Costumamos conferir os estragos do tempo nos espelhos de casa, mas eles já se acostumaram com a nossa imagem. A gente se enxerga tantas vezes por dia que não repara nas ruguinhas que surgem e nos fios de cabelo branco recém-nascidos. Tudo o que vemos demais se torna quase invisível. É preciso um impacto para a gente cair na real. Algo como dormir 15 anos e acordar de repente. Ou ver uma foto antiga. Ou assistir na tevê ao depoimento de um amigo sumido. Este amigo amadureceu, tornou-se um profissional respeitado, mas deve seguir o mesmo brincalhão de sempre. E é bem possível que, se ele me visse na tevê, pensasse o mesmo de mim: de onde eu conheço essa senhora? E cairia para trás ao lembrar que tivemos 20 anos de idade no mesmo verão.
O espelho mais realista são os outros. Quando vejo Robert Redford, hoje, não consigo acreditar que é o mesmo homem que atuou em Butch Cassidy, e o mesmo vale para sua versão nacional, o Francisco Cuoco, que foi o Gianecchini dos anos 70 e hoje é um charmoso matusalém. O tempo tem rosto, o tempo tem mãos, o tempo tem voz - e nada disso permanece o mesmo.
A parte boa é que olho para algumas amigas da adolescência e vejo que elas conservam o mesmo sorriso. Minha mãe se mantém linda em qualquer idade, e a Tereza, empregada que trabalha com ela desde os 14 anos de idade e hoje é avó, não mudou nadinha. Um caso a ser estudado pela ciência. A moral da história é que espelhos vivos podem nos dar boas ou más notícias. Depende do nosso olhar. E do nosso humor.
08 abril 2007
Aniversário da Anelise
Boa noite, amigos:
Depois de muito tempo estou de volta, apresentando uma foto que recebi da Anelise no começo de março. Demorou um pouco, mas aqui está!
Aproveito para copiar o e-mail enviado junto, pois espero que este ano a gente possa se encontrar novamente:
"Querido Cebolinha,
Andei visitando nosso blog, que heroicamente manténs atualizado! Parabéns!
Troquei alguns email com o Oderich, andei sonhando com ele e fui saber se andava tudo bem! Noticias boas, será avô! Está muito feliz! Conversamos também em mobilizar a turma para um novo encontro, o que pensas? Eu estou aqui para dar uma mão, se necessário as duas!!!
Estou enviando uma foto, feita no meu aniversario de 50 anos (agosto2006), só para que o Tesche veja que dois lindos pretendentes estão ai!!!! Parabéns Tesche, pelo vestibular de tua menina!
Um abraço Cebolinha e conte comigo, vamos agitar o pessoal, precisamos nos reunir!"
Bem, o convite está feito e espero receber sugestões de como podemos fazer!!!
Uma boa semana para todos!
Depois de muito tempo estou de volta, apresentando uma foto que recebi da Anelise no começo de março. Demorou um pouco, mas aqui está!
Aproveito para copiar o e-mail enviado junto, pois espero que este ano a gente possa se encontrar novamente:
"Querido Cebolinha,
Andei visitando nosso blog, que heroicamente manténs atualizado! Parabéns!
Troquei alguns email com o Oderich, andei sonhando com ele e fui saber se andava tudo bem! Noticias boas, será avô! Está muito feliz! Conversamos também em mobilizar a turma para um novo encontro, o que pensas? Eu estou aqui para dar uma mão, se necessário as duas!!!
Estou enviando uma foto, feita no meu aniversario de 50 anos (agosto2006), só para que o Tesche veja que dois lindos pretendentes estão ai!!!! Parabéns Tesche, pelo vestibular de tua menina!
Um abraço Cebolinha e conte comigo, vamos agitar o pessoal, precisamos nos reunir!"
Bem, o convite está feito e espero receber sugestões de como podemos fazer!!!
Uma boa semana para todos!
11 janeiro 2007
O tempo passa e os filhos crescem!
Colegas:
No domingo passado, dia 7 de janeiro de 2007, começou o vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que se estendeu até quarta-feira, dia 10. A Ana Bárbara, filha do Tesche, fez o vestibular e o pai extremoso veio acompanhá-la na cidade grande. Assim, aproveitamos a oportunidade para nos encontrar, tanto no domingo, quando almoçamos, como na terça-feira à noite, quando fomos jantar na pizzaria “La Pizza Mia” na companhia da Simone.
Por coincidência, essa pizzaria é propriedade de Celomar Schwalm, um ex-aluno do IPT, que, assim como eu, também é natural do município de Sertão Santana. Ele foi nosso contemporâneo, tendo jogado vôlei com o Tesche em várias competições.
Foi um encontro bem legal e serviu para conversarmos sobre vários assuntos, principalmente sobre os que não estavam presentes! Brincadeirinha!
A seguir estão apresentadas as fotos:
Tesche e a filha Ana Bárbara

Simone, Tesche e a filha Ana Bárbara

Simone, Tesche e Cebolinha

Simone, Tesche, a filha Ana Bárbara e Cebolinha

Simone, Tesche, a filha Ana Bárbara, Cebolinha e Celomar, o proprietário da pizzaria "La Pizza Mia".
No domingo passado, dia 7 de janeiro de 2007, começou o vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que se estendeu até quarta-feira, dia 10. A Ana Bárbara, filha do Tesche, fez o vestibular e o pai extremoso veio acompanhá-la na cidade grande. Assim, aproveitamos a oportunidade para nos encontrar, tanto no domingo, quando almoçamos, como na terça-feira à noite, quando fomos jantar na pizzaria “La Pizza Mia” na companhia da Simone.
Por coincidência, essa pizzaria é propriedade de Celomar Schwalm, um ex-aluno do IPT, que, assim como eu, também é natural do município de Sertão Santana. Ele foi nosso contemporâneo, tendo jogado vôlei com o Tesche em várias competições.
Foi um encontro bem legal e serviu para conversarmos sobre vários assuntos, principalmente sobre os que não estavam presentes! Brincadeirinha!
A seguir estão apresentadas as fotos:
Tesche e a filha Ana Bárbara

Simone, Tesche e a filha Ana Bárbara

Simone, Tesche e Cebolinha

Simone, Tesche, a filha Ana Bárbara e Cebolinha

Simone, Tesche, a filha Ana Bárbara, Cebolinha e Celomar, o proprietário da pizzaria "La Pizza Mia".
18 setembro 2006
Encontro com Tante Inge
Semana passada recebi um e-mail da Rosvita, onde ela convidava para um concerto do Instrumental Sonoridad, regido pela nossa antiga professora de música, a Tante Inge. A apresentação aconteceu no último domingo, dia 17 de setembro, na Igreja São José, no centro de Porto Alegre. A Rosvita pedia também para divulgar a apresentação, para que os interessados pudessem prestigiar o evento, mas como eu estava fora de Porto Alegre, só tive acesso à mensagem no sábado de noite, em cima da hora. Porém, assisti à apresentação e aqui estão algumas fotos deste reencontro, depois de tanto tempo!!! É claro que as fotos dispensam legendas!
PS.: Vocês podem acessar mais informações sobre o grupo no seguinte endereço: "www.sonoridad.cjb.net".
Um abraço para todos!



PS.: Vocês podem acessar mais informações sobre o grupo no seguinte endereço: "www.sonoridad.cjb.net".
Um abraço para todos!



23 maio 2006
Participantes do encontro do dia 20 de maio de 2006
Infelzimente o tempo estava péssimo no dia do aniversário (70 anos) do Colégio sinodal e poucas pessoas apareceram. Já o baile da noite anterior tinha sido movimentado e muitas pessoas não puderam participar, pois o número de convites era limitado. Houve pessoas que tiveram que ficar na fila de espera para conseguir convite, mas mesmo assim não sobrou vagas.
Da nossa turma só estiveram presentes a Anelise e eu. A maior turma presente foi a turma dos ex-alunos que se formaram em 1980. Abaixo apresento fotos do pessoal mais antigo que esteve lá, que são nossos conhecidos:
Norberto Hoppen, filho mais velho do Prof. Hoppen, e sua esposa

Norberto Hoppen, a esposa e Carmen Helena Snel, de Novo Hamburgo

Anelise e Cebolinha

Apenas para repetir, uma foto atual da entrada do prédio do Sinodal
Da nossa turma só estiveram presentes a Anelise e eu. A maior turma presente foi a turma dos ex-alunos que se formaram em 1980. Abaixo apresento fotos do pessoal mais antigo que esteve lá, que são nossos conhecidos:
Norberto Hoppen, filho mais velho do Prof. Hoppen, e sua esposa

Norberto Hoppen, a esposa e Carmen Helena Snel, de Novo Hamburgo

Anelise e Cebolinha

Apenas para repetir, uma foto atual da entrada do prédio do Sinodal
Museu Escolar Professor Arnildo Hoppen
O Museu Escolar Professor Arnildo Hoppen foi criado em 19/05/96, por ocasião dos festejos dos 60 anos do Colégio Sinodal, fruto da necessidade de conservação, guarda de documentos, fotos e objetos significativos para a história da escola, do Morro do Espelho e por que não dizer de São Leopoldo.
Nossa primeira preocupação, o local, sempre nos impediu anteriormente de concretizar a idéia. Seria desfeita, quando nos foi cedido uma casa do antigo internatinho. Definido o local, começamos a procura pelos objetos. Enfim foram dois anos de muito trabalho, uma tarefa morosa tendo em vista o assunto e o tempo. Após a definição dass etapas de trabalho, pensou-se em um nome para o museu. Foi proposto Arnildo Hoppen em homenagem a um antigo professor, diretor de internato, diretor do Colégio por 25 anos e, além de tudo, um historiador. Uma homenagem justa! Ainda no ano de 96 recebemos a segunda parte da casa, pertencente ao internatinho, o que nos possibilitou expandir as salas por assuntos.
OBJETIVOS
"...entre os meios de comunicação, eu preferi os objetos..."
Georges Henri Rivière.
Nosso principal objetivo é transformar o museu em elemento ativo na tarefa de transmissão e conscientização do passado, permitindo que o acervo museológico possa cumprir seu papel de ator, no teatro da memória, ajudando na sua recomposição e compreensão.
Propomo-nos a utilizar bens culturais ( consagrados e não consagrados) como recursos no processo de transmissão de conhecimentos, desenvolvendo projetos educativos para a conscientização do passado e do presente. Desse modo, pretendemos colocar o museu como um dos pontos de partida no processo educacional, propiciando a compreensão das relações sociais, tecnológicas, políticas e econômicas das diferentes épocas. O objetivo é desenvolver o espírito crítico na comparação com o presente, enriquecendo a formação do indivíduo na conquista da cidadania, respeito às culturas do passado e suas tradições. E como não ser assim? Afinal, há 62 anos que o Sinodal está construindo sua história.
ACERVO
Mobiliário
O museu conta com objetos dos mais variados que retratam o cotidiano da escola ao longo dos anos. Nos seus diversos ambientes o visitante pode vislumbrar a reconstituição da antiga cozinha do internato, cadeiras e classes que faziam parte das antigas salas de aula, mobiliários dos antigos internatos (camas, armários e baús) que retratam os antigos dormitórios e a enfermaria. Além disso, móveis que compunham setores da administração e salas de recepção.
Fotos
Contamos com mais de 5 mil fotos inteiramente à disposição do público, compondo um rico e diversificado acervo visual. O museu do Sinodal espelha a preocupação germânica em registrar fatos relevantes de sua história.
Desde a limpeza do terreno para a construção da escola a fotografia vem registrando costumes, hábitos e fatos ocorridos no âmbito do Morro do Espelho.
Em nosso museu as fotografias são guardadas, classificadas e expostas para que possam ser vistas, admiradas e estudadas. Sim, porque as fotos, como os documentos escritos, são importantes fontes de pesquisa histórica e nos ajudam a reconstituir uma época.
Nelas podemos perceber o registro de momentos significativos em que pessoas, fatos e paisagens foram selecionados entre outras coisas que estavam ao seu redor.
Documentos Diversos
Possuímos diversos documentos que retratam o passado escolar e a visão dos alunos sobre os mais variados temas. Estes foram registrados nos Ateneus , o jornal dos estudantes do Morro do Espelho que funcionou de 1936 até a bem pouco tempo atrás . Além disso, os interessados em pesquisar no museu Escolar Arnildo Hoppem poderão encontrar diversos assuntos relacionados à temas como educação, artes, esporte, História de São Leopoldo e do Sínodo Riograndense ,etc. Tudo registrado ao longo dos anos nos Ateneus, nos recortes de jornais, nos cadernos, diários de viagens ou ainda peças de teatro encenadas por alunos do Sinodal e escritas por professores em décadas passadas, quando ainda funcionava o Grêmio Cívico Literário Tobias Barreto.
SETOR DE ARQUEOLOGIA E ETNOGRAFIA.
O museu escolar professor Arnildo Hoppen, localizado no Colégio Sinodal em São Leopoldo, abriga diversos objetos de origem pré-histórica e etnológica. O acervo é fruto de doações feitas por ex-alunos e professores. Algumas dessas peças vieram da região amazônica através do projeto "Missão Rondônia". A maioria , no entanto, é de origem riograndense. Algumas são inclusive do próprio Morro do Espelho, tendo sido encontradas ao acaso.
Estão expostos utensílios indígenas (dos Guaranis), tais como cerâmicas, moedores, machados e talhadores em pedra, uma urna funerária e alguns cachimbos.
Ainda no museu, os visitantes poderão admirar bolas de boleadeiras dos Minuanos do RS, assim como "quebra Coquinhos". Além do material etnográfico PAACA de tribos de Rondônia recolhidos há mais de trinta anos (arcos e flechas com pontas feitas de ossos, cabaças, cestos de palha e cocares), há também objetos de Sambaquis e algumas peças etnográficas de outros estados.
ÁREA DE CIÊNCIAS
O Colégio Sinodal, desde os tempos do Ginásio Sinodal, sempre destacou-se pela grande qualidade de ensino na área de Ciências. Desde o início esteve presente a preocupação não só com o ensino do conhecimento científico bem como o gosto pela Ciência.
Muitas das peças do acervo desta área são fruto de excursões que solidificaram os laços de união dos então internos entre si e com seus mestres que certamente lhes legaram o espírito científico, investigativo e aventureiro que até os dias de hoje moveu os progressos da espécie humana.
Este acervo é uma amostra do empenho desta instituição na formação científica de seus alunos e contém peças de grande valor informativo e sentimental. Desde um antigo aparelho de Raios X, um dos primeiros de São Leopoldo, até uma interessante coleção de rochas. Aqui está um pouco desta escola!
EXPOSIÇÕES
Permanentes
Propicia ao visitante uma visão da evolução histórica da instituição através das fotos e dos objetos.
Temporárias
Exposições serão permanentemente realizadas ao longo do ano e tratam das diferentes temáticas de interesse da comunidade escolar.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
Segundas das 7h45min às 11h45min e das 13h30min às 17 horas
Terças das 7h45min às 11h45min
Quartas das 7h45min às 11h45min
Quintas das 7h45min às 11h45min
Sextas das 7h45min às 11h45min
PROFESSORES RESPONSÁVEIS.
Silmei de Sant'Ana Petiz.
Lilian S. Saenger
Marcelo Granjeiro
Abaixo estão algumas fotos tiradas no interior do Museu:
Quadro retratantando o Prof. Bidú, que ensinou inglês por muitos anos, e era o responsável pelo internato quando muitos de nós entramos no Ginásio. Ele faleceu por volta de 1970, eu acho.

Sinodal - Campeão de Vôlei Juvenil Masculino - Olimpíada Evangélica de 1974 - Estrela

João Felpudo - Peça de teatro, onde aparecem Anelise e Simone
Nossa primeira preocupação, o local, sempre nos impediu anteriormente de concretizar a idéia. Seria desfeita, quando nos foi cedido uma casa do antigo internatinho. Definido o local, começamos a procura pelos objetos. Enfim foram dois anos de muito trabalho, uma tarefa morosa tendo em vista o assunto e o tempo. Após a definição dass etapas de trabalho, pensou-se em um nome para o museu. Foi proposto Arnildo Hoppen em homenagem a um antigo professor, diretor de internato, diretor do Colégio por 25 anos e, além de tudo, um historiador. Uma homenagem justa! Ainda no ano de 96 recebemos a segunda parte da casa, pertencente ao internatinho, o que nos possibilitou expandir as salas por assuntos.
OBJETIVOS
"...entre os meios de comunicação, eu preferi os objetos..."
Georges Henri Rivière.
Nosso principal objetivo é transformar o museu em elemento ativo na tarefa de transmissão e conscientização do passado, permitindo que o acervo museológico possa cumprir seu papel de ator, no teatro da memória, ajudando na sua recomposição e compreensão.
Propomo-nos a utilizar bens culturais ( consagrados e não consagrados) como recursos no processo de transmissão de conhecimentos, desenvolvendo projetos educativos para a conscientização do passado e do presente. Desse modo, pretendemos colocar o museu como um dos pontos de partida no processo educacional, propiciando a compreensão das relações sociais, tecnológicas, políticas e econômicas das diferentes épocas. O objetivo é desenvolver o espírito crítico na comparação com o presente, enriquecendo a formação do indivíduo na conquista da cidadania, respeito às culturas do passado e suas tradições. E como não ser assim? Afinal, há 62 anos que o Sinodal está construindo sua história.
ACERVO
Mobiliário
O museu conta com objetos dos mais variados que retratam o cotidiano da escola ao longo dos anos. Nos seus diversos ambientes o visitante pode vislumbrar a reconstituição da antiga cozinha do internato, cadeiras e classes que faziam parte das antigas salas de aula, mobiliários dos antigos internatos (camas, armários e baús) que retratam os antigos dormitórios e a enfermaria. Além disso, móveis que compunham setores da administração e salas de recepção.
Fotos
Contamos com mais de 5 mil fotos inteiramente à disposição do público, compondo um rico e diversificado acervo visual. O museu do Sinodal espelha a preocupação germânica em registrar fatos relevantes de sua história.
Desde a limpeza do terreno para a construção da escola a fotografia vem registrando costumes, hábitos e fatos ocorridos no âmbito do Morro do Espelho.
Em nosso museu as fotografias são guardadas, classificadas e expostas para que possam ser vistas, admiradas e estudadas. Sim, porque as fotos, como os documentos escritos, são importantes fontes de pesquisa histórica e nos ajudam a reconstituir uma época.
Nelas podemos perceber o registro de momentos significativos em que pessoas, fatos e paisagens foram selecionados entre outras coisas que estavam ao seu redor.
Documentos Diversos
Possuímos diversos documentos que retratam o passado escolar e a visão dos alunos sobre os mais variados temas. Estes foram registrados nos Ateneus , o jornal dos estudantes do Morro do Espelho que funcionou de 1936 até a bem pouco tempo atrás . Além disso, os interessados em pesquisar no museu Escolar Arnildo Hoppem poderão encontrar diversos assuntos relacionados à temas como educação, artes, esporte, História de São Leopoldo e do Sínodo Riograndense ,etc. Tudo registrado ao longo dos anos nos Ateneus, nos recortes de jornais, nos cadernos, diários de viagens ou ainda peças de teatro encenadas por alunos do Sinodal e escritas por professores em décadas passadas, quando ainda funcionava o Grêmio Cívico Literário Tobias Barreto.
SETOR DE ARQUEOLOGIA E ETNOGRAFIA.
O museu escolar professor Arnildo Hoppen, localizado no Colégio Sinodal em São Leopoldo, abriga diversos objetos de origem pré-histórica e etnológica. O acervo é fruto de doações feitas por ex-alunos e professores. Algumas dessas peças vieram da região amazônica através do projeto "Missão Rondônia". A maioria , no entanto, é de origem riograndense. Algumas são inclusive do próprio Morro do Espelho, tendo sido encontradas ao acaso.
Estão expostos utensílios indígenas (dos Guaranis), tais como cerâmicas, moedores, machados e talhadores em pedra, uma urna funerária e alguns cachimbos.
Ainda no museu, os visitantes poderão admirar bolas de boleadeiras dos Minuanos do RS, assim como "quebra Coquinhos". Além do material etnográfico PAACA de tribos de Rondônia recolhidos há mais de trinta anos (arcos e flechas com pontas feitas de ossos, cabaças, cestos de palha e cocares), há também objetos de Sambaquis e algumas peças etnográficas de outros estados.
ÁREA DE CIÊNCIAS
O Colégio Sinodal, desde os tempos do Ginásio Sinodal, sempre destacou-se pela grande qualidade de ensino na área de Ciências. Desde o início esteve presente a preocupação não só com o ensino do conhecimento científico bem como o gosto pela Ciência.
Muitas das peças do acervo desta área são fruto de excursões que solidificaram os laços de união dos então internos entre si e com seus mestres que certamente lhes legaram o espírito científico, investigativo e aventureiro que até os dias de hoje moveu os progressos da espécie humana.
Este acervo é uma amostra do empenho desta instituição na formação científica de seus alunos e contém peças de grande valor informativo e sentimental. Desde um antigo aparelho de Raios X, um dos primeiros de São Leopoldo, até uma interessante coleção de rochas. Aqui está um pouco desta escola!
EXPOSIÇÕES
Permanentes
Propicia ao visitante uma visão da evolução histórica da instituição através das fotos e dos objetos.
Temporárias
Exposições serão permanentemente realizadas ao longo do ano e tratam das diferentes temáticas de interesse da comunidade escolar.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
Segundas das 7h45min às 11h45min e das 13h30min às 17 horas
Terças das 7h45min às 11h45min
Quartas das 7h45min às 11h45min
Quintas das 7h45min às 11h45min
Sextas das 7h45min às 11h45min
PROFESSORES RESPONSÁVEIS.
Silmei de Sant'Ana Petiz.
Lilian S. Saenger
Marcelo Granjeiro
Abaixo estão algumas fotos tiradas no interior do Museu:
Quadro retratantando o Prof. Bidú, que ensinou inglês por muitos anos, e era o responsável pelo internato quando muitos de nós entramos no Ginásio. Ele faleceu por volta de 1970, eu acho.

Sinodal - Campeão de Vôlei Juvenil Masculino - Olimpíada Evangélica de 1974 - Estrela

João Felpudo - Peça de teatro, onde aparecem Anelise e Simone
Fotos tiradas no interior do Museu Arnildo Hoppen
Agradeço à sra. Lilian Saenger, mãe de nossa colega Anelise, pelo belo trabalho que está sendo realizado na conservação da memória do Colégio Sinodal. Ela sempre está presente em todas as atividades relacionadas com o Museu, tentando cada vez mais organizar e colocar no seu contexto tudo aquilo que lembra aos ex-alunos sua estadia no Morro do Espelho.
Uma recriação da sala de recepção para as pessoas visitavam o Colégio

Uma das camas que os internos usavam durante a estadia no Colégio, não esquecendo do velho mosquiteiro. Esqueci de perguntar se ainda há muito mosquito em São Leopoldo como no nosso tempo!!

Uma recriação da sala de recepção para as pessoas visitavam o Colégio

Uma das camas que os internos usavam durante a estadia no Colégio, não esquecendo do velho mosquiteiro. Esqueci de perguntar se ainda há muito mosquito em São Leopoldo como no nosso tempo!!

Lembranças de nossas aulas (utensílios usados em diferentes matérias)
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